Alocásia-amazônica ou Samambaia-americana?
Comparação em 19 pontos de cultivo, com destaque para o lado que exige menos trabalho em cada critério.
Alocásia-amazônica
Alocasia x amazonica
Exige dedicação
- Luz média
- 5 dias no verão
- Média
com vantagem
7 empates
Samambaia-americana
Nephrolepis exaltata
Exige dedicação
- Luz média
- 4 dias no verão
- Média
Samambaia-americana é a opção mais tranquila do par: 29 pontos de facilidade contra 20 de Alocásia-amazônica. As duas trabalham na mesma faixa de luz: luz indireta média. No verão, o intervalo de rega é de 5 dias para Alocásia-amazônica e 4 dias para Samambaia-americana.
Depende do que você precisa
Não existe planta melhor em termos absolutos. Para cada situação de uso, uma das duas leva vantagem por motivos diferentes.
Samambaia-americana perdoa mais erros: intermediária e manutenção alta.
Empate: as duas seguram intervalos parecidos entre regas.
Samambaia-americana aceita luz indireta média e tem tolerância média à sombra.
Samambaia-americana aproveita a umidade alta: faixa ideal de 60% a 80%.
Samambaia-americana cresce em ritmo rápido e chega a 40 cm a 90 cm.
Alocásia-amazônica fica em 40 cm a 90 cm, porte média.
Samambaia-americana não tem toxicidade relatada para cães e gatos.
Critério por critério
9 escalas de esforço e mais 10 dados técnicos de ficha. A marca indica o lado que dá menos trabalho — quando isso faz sentido no critério.
| Critério | Alocásia-amazônica | Samambaia-americana |
|---|---|---|
| Necessidade de luz Quantidade de claridade que a espécie precisa receber por dia para manter folhas firmes e coloridas. |
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| Frequência de rega Com que frequência o substrato precisa receber água em condições normais de interior. |
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| Nível de dificuldade Quanta experiência a espécie cobra para se manter bonita ao longo dos meses. |
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| Umidade do ar ideal Quanto vapor de água a espécie quer no ar em volta das folhas. |
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| Tamanho médio Altura que a planta costuma alcançar cultivada dentro de casa, em vaso. |
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| Velocidade de crescimento Ritmo com que a planta emite folhas novas e ganha volume na primavera e no verão. |
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| Necessidade de manutenção Trabalho de rotina além da rega: poda, limpeza de folhas, adubo, giro do vaso e transplante. |
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| Tolerância ao esquecimento Quanto tempo a planta atravessa sem água antes de dar sinal de sofrimento. |
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| Tolerância à pouca luz Capacidade de seguir saudável em ambientes escuros, longe de janelas. |
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| Intervalo de rega no verão Dias entre uma rega e a próxima na estação quente. |
5 dias
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4 dias
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| Intervalo de rega no inverno Dias entre regas quando o crescimento desacelera. |
10 dias
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7 dias
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| Altura em vaso Faixa de altura mais comum quando cultivada dentro de casa. |
40 cm a 90 cm
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40 cm a 90 cm
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| Temperatura recomendada Faixa em que a espécie cresce sem estresse. |
20°C a 28°C
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18°C a 24°C
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| Umidade do ar ideal Percentual de umidade relativa preferido pela folhagem. |
60% a 80%
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60% a 80%
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| Tipo de solo Perfil de substrato que sustenta a planta com segurança. |
Muito arejado e drenante, no estilo dos substratos usados para aroides
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Leve, esponjoso, com muita matéria orgânica e drenagem livre
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| Ambiente mais indicado Espaço da casa em que a espécie rende melhor. |
Varanda sombreada
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Banheiro
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| Segurança para pets Presença de compostos tóxicos em caso de mordida ou ingestão. |
Tóxica se ingerida
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Sem toxicidade relatada
mais segura
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| Propagação Forma mais confiável de multiplicar a espécie em casa. |
Separação de rizomas laterais na primavera
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Divisão da touceira no início da primavera
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| Floração dentro de casa Se a espécie costuma florescer em ambiente interno. |
Raro em interior
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Raro em interior
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Rega das duas ao longo do ano
O intervalo entre regas muda com a estação. No verão, Alocásia-amazônica pede água a cada 5 dias e Samambaia-americana a cada 4 dias. No inverno os dois intervalos se abrem para 10 e 7 dias.
Se as duas forem para a mesma casa, vale lembrar que elas não devem entrar na mesma rotina de rega: regar as duas no mesmo dia é o caminho mais rápido para encharcar a mais resistente à seca.
Toxicidade e convivência
Alocásia-amazônica: A seiva é rica em oxalato de cálcio e provoca ardência intensa na boca, salivação, inchaço da língua e vômito em cães e gatos. O contato irrita a pele de quem tem sensibilidade, e vale usar luvas ao dividir rizomas ou cortar pecíolos.
Samambaia-americana: Não há toxicidade relatada para cães e gatos, e a espécie costuma aparecer nas listas de folhagens seguras para casas com animais. Ainda assim, folha em quantidade irrita o estômago: um gato que come frondes pode vomitar ou ter fezes moles por um ou dois dias.

