Aglaonema ou Pau-d'água?
Comparação em 19 pontos de cultivo, com destaque para o lado que exige menos trabalho em cada critério.
Aglaonema
Aglaonema commutatum
Muito tranquila
- Meia-sombra
- 10 dias no verão
- Pequena
com vantagem
5 empates
Pau-d'água
Dracaena fragrans
Muito tranquila
- Meia-sombra
- 13 dias no verão
- Grande
Aglaonema e Pau-d'água cobram um esforço muito parecido no dia a dia (77 e 75 pontos de facilidade), então a escolha tende a se resolver pela luz disponível e pelo espaço. As duas trabalham na mesma faixa de luz: meia-sombra. No verão, o intervalo de rega é de 10 dias para Aglaonema e 13 dias para Pau-d'água. No espaço ocupado a diferença também aparece: Aglaonema (25 cm a 60 cm) contra Pau-d'água (1 m a 2 m).
Depende do que você precisa
Não existe planta melhor em termos absolutos. Para cada situação de uso, uma das duas leva vantagem por motivos diferentes.
Aglaonema perdoa mais erros: muito fácil e manutenção baixa.
Pau-d'água atravessa até 20 dias sem rega no inverno.
Aglaonema aceita meia-sombra e tem tolerância altíssima à sombra.
Aglaonema aproveita a umidade alta: faixa ideal de 45% a 70%.
Pau-d'água cresce em ritmo lento e chega a 1 m a 2 m.
Aglaonema fica em 25 cm a 60 cm, porte pequena.
Nenhuma das duas é indicada: as duas são tóxicas se mordidas.
Critério por critério
9 escalas de esforço e mais 10 dados técnicos de ficha. A marca indica o lado que dá menos trabalho — quando isso faz sentido no critério.
| Critério | Aglaonema | Pau-d'água |
|---|---|---|
| Necessidade de luz Quantidade de claridade que a espécie precisa receber por dia para manter folhas firmes e coloridas. |
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| Frequência de rega Com que frequência o substrato precisa receber água em condições normais de interior. |
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| Nível de dificuldade Quanta experiência a espécie cobra para se manter bonita ao longo dos meses. |
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| Umidade do ar ideal Quanto vapor de água a espécie quer no ar em volta das folhas. |
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| Tamanho médio Altura que a planta costuma alcançar cultivada dentro de casa, em vaso. |
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| Velocidade de crescimento Ritmo com que a planta emite folhas novas e ganha volume na primavera e no verão. |
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| Necessidade de manutenção Trabalho de rotina além da rega: poda, limpeza de folhas, adubo, giro do vaso e transplante. |
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| Tolerância ao esquecimento Quanto tempo a planta atravessa sem água antes de dar sinal de sofrimento. |
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| Tolerância à pouca luz Capacidade de seguir saudável em ambientes escuros, longe de janelas. |
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| Intervalo de rega no verão Dias entre uma rega e a próxima na estação quente. |
10 dias
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13 dias
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| Intervalo de rega no inverno Dias entre regas quando o crescimento desacelera. |
18 dias
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20 dias
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| Altura em vaso Faixa de altura mais comum quando cultivada dentro de casa. |
25 cm a 60 cm
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1 m a 2 m
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| Temperatura recomendada Faixa em que a espécie cresce sem estresse. |
20°C a 29°C
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18°C a 28°C
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| Umidade do ar ideal Percentual de umidade relativa preferido pela folhagem. |
45% a 70%
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40% a 60%
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| Tipo de solo Perfil de substrato que sustenta a planta com segurança. |
Leve, levemente ácido e de drenagem rápida
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Fértil, solto e com drenagem eficiente
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| Ambiente mais indicado Espaço da casa em que a espécie rende melhor. |
Corredor e hall
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Escritório
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| Segurança para pets Presença de compostos tóxicos em caso de mordida ou ingestão. |
Tóxica se ingerida
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Tóxica se ingerida
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| Propagação Forma mais confiável de multiplicar a espécie em casa. |
Divisão da touceira ou corte de coroa enraizado em água
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Estaca de tora ou separação de brotos já enraizados
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| Floração dentro de casa Se a espécie costuma florescer em ambiente interno. |
Raro em interior
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Raro em interior
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Rega das duas ao longo do ano
O intervalo entre regas muda com a estação. No verão, Aglaonema pede água a cada 10 dias e Pau-d'água a cada 13 dias. No inverno os dois intervalos se abrem para 18 e 20 dias.
Se as duas forem para a mesma casa, vale lembrar que elas não devem entrar na mesma rotina de rega: regar as duas no mesmo dia é o caminho mais rápido para encharcar a mais resistente à seca.
Toxicidade e convivência
Aglaonema: A folhagem e a seiva leitosa concentram ráfides de oxalato de cálcio. Cães e gatos que mastigam uma folha apresentam ardência na boca, salivação intensa, patadas no focinho e vômito em pouco tempo. Nas mãos de quem poda sem luvas, a seiva costuma provocar coceira e vermelhidão que duram algumas horas.
Pau-d'água: Contém saponinas que causam vômito, salivação e perda de apetite em cães e gatos, e em gatos pode haver ainda pupilas dilatadas. As folhas caídas continuam sendo um risco, então vale recolher o que se soltar no chão.



