Figueira-lira ou Begônia-maculata?
Comparação em 19 pontos de cultivo, com destaque para o lado que exige menos trabalho em cada critério.
Figueira-lira
Ficus lyrata
Exige dedicação
- Luz forte
- 8 dias no verão
- Muito grande
com vantagem
5 empates
Begônia-maculata
Begonia maculata
Pede atenção
- Luz média
- 7 dias no verão
- Média
Begônia-maculata é a opção mais tranquila do par: 40 pontos de facilidade contra 31 de Figueira-lira. Em luz, Begônia-maculata se contenta com luz indireta média, enquanto Figueira-lira pede luz indireta forte. No verão, o intervalo de rega é de 8 dias para Figueira-lira e 7 dias para Begônia-maculata. No espaço ocupado a diferença também aparece: Figueira-lira (1,2 m a 3 m) contra Begônia-maculata (50 cm a 1 m).
Depende do que você precisa
Não existe planta melhor em termos absolutos. Para cada situação de uso, uma das duas leva vantagem por motivos diferentes.
Begônia-maculata perdoa mais erros: intermediária e manutenção média.
Empate: as duas seguram intervalos parecidos entre regas.
Begônia-maculata aceita luz indireta média e tem tolerância pequena à sombra.
Begônia-maculata aproveita a umidade alta: faixa ideal de 50% a 70%.
As duas ganham volume em velocidade parecida.
Begônia-maculata fica em 50 cm a 1 m, porte média.
Nenhuma das duas é indicada: as duas são tóxicas se mordidas.
Critério por critério
9 escalas de esforço e mais 10 dados técnicos de ficha. A marca indica o lado que dá menos trabalho — quando isso faz sentido no critério.
| Critério | Figueira-lira | Begônia-maculata |
|---|---|---|
| Necessidade de luz Quantidade de claridade que a espécie precisa receber por dia para manter folhas firmes e coloridas. |
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| Frequência de rega Com que frequência o substrato precisa receber água em condições normais de interior. |
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| Nível de dificuldade Quanta experiência a espécie cobra para se manter bonita ao longo dos meses. |
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| Umidade do ar ideal Quanto vapor de água a espécie quer no ar em volta das folhas. |
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| Tamanho médio Altura que a planta costuma alcançar cultivada dentro de casa, em vaso. |
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| Velocidade de crescimento Ritmo com que a planta emite folhas novas e ganha volume na primavera e no verão. |
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| Necessidade de manutenção Trabalho de rotina além da rega: poda, limpeza de folhas, adubo, giro do vaso e transplante. |
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| Tolerância ao esquecimento Quanto tempo a planta atravessa sem água antes de dar sinal de sofrimento. |
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| Tolerância à pouca luz Capacidade de seguir saudável em ambientes escuros, longe de janelas. |
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| Intervalo de rega no verão Dias entre uma rega e a próxima na estação quente. |
8 dias
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7 dias
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| Intervalo de rega no inverno Dias entre regas quando o crescimento desacelera. |
13 dias
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12 dias
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| Altura em vaso Faixa de altura mais comum quando cultivada dentro de casa. |
1,2 m a 3 m
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50 cm a 1 m
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| Temperatura recomendada Faixa em que a espécie cresce sem estresse. |
18°C a 27°C
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18°C a 26°C
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| Umidade do ar ideal Percentual de umidade relativa preferido pela folhagem. |
50% a 70%
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50% a 70%
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| Tipo de solo Perfil de substrato que sustenta a planta com segurança. |
Fértil, encorpado e com drenagem rápida
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Leve, drenante, rico em matéria orgânica e levemente ácido
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| Ambiente mais indicado Espaço da casa em que a espécie rende melhor. |
Sala de estar
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Sala de estar
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| Segurança para pets Presença de compostos tóxicos em caso de mordida ou ingestão. |
Tóxica se ingerida
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Tóxica se ingerida
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| Propagação Forma mais confiável de multiplicar a espécie em casa. |
Alporquia no caule ou estaca de ponta com uma folha
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Estaca de caule com um nó, em água ou substrato úmido
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| Floração dentro de casa Se a espécie costuma florescer em ambiente interno. |
Raro em interior
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Sim, com condições adequadas
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Rega das duas ao longo do ano
O intervalo entre regas muda com a estação. No verão, Figueira-lira pede água a cada 8 dias e Begônia-maculata a cada 7 dias. No inverno os dois intervalos se abrem para 13 e 12 dias.
Se as duas forem para a mesma casa, vale lembrar que elas não devem entrar na mesma rotina de rega: regar as duas no mesmo dia é o caminho mais rápido para encharcar a mais resistente à seca.
Toxicidade e convivência
Figueira-lira: O látex leitoso dos ramos e das folhas irrita a boca e o estômago de cães e gatos, com salivação intensa e vômito, e provoca dermatite em pessoas de pele sensível. Use luvas na poda e recolha as folhas que caírem no chão.
Begônia-maculata: As begônias contêm oxalato de cálcio, concentrado sobretudo nos caules e nas partes subterrâneas. A mordida provoca ardência na boca, salivação e vômito em cães e gatos, e a ingestão das raízes é a situação mais séria. Mantenha o vaso em altura fora do alcance dos animais.



