Pau-d'água ou Espada-de-são-jorge?
Comparação em 19 pontos de cultivo, com destaque para o lado que exige menos trabalho em cada critério.
Pau-d'água
Dracaena fragrans
Muito tranquila
- Meia-sombra
- 13 dias no verão
- Grande
com vantagem
3 empates
Espada-de-são-jorge
Dracaena trifasciata
À prova de esquecimento
- Meia-sombra
- 18 dias no verão
- Média
Espada-de-são-jorge é a opção mais tranquila do par: 98 pontos de facilidade contra 75 de Pau-d'água. As duas trabalham na mesma faixa de luz: meia-sombra. No verão, o intervalo de rega é de 13 dias para Pau-d'água e 18 dias para Espada-de-são-jorge. No espaço ocupado a diferença também aparece: Pau-d'água (1 m a 2 m) contra Espada-de-são-jorge (40 cm a 1,1 m).
Depende do que você precisa
Não existe planta melhor em termos absolutos. Para cada situação de uso, uma das duas leva vantagem por motivos diferentes.
Espada-de-são-jorge perdoa mais erros: muito fácil e manutenção quase nenhuma.
Espada-de-são-jorge atravessa até 30 dias sem rega no inverno.
Espada-de-são-jorge aceita meia-sombra e tem tolerância altíssima à sombra.
Pau-d'água aproveita a umidade alta: faixa ideal de 40% a 60%.
Pau-d'água cresce em ritmo lento e chega a 1 m a 2 m.
Espada-de-são-jorge fica em 40 cm a 1,1 m, porte média.
Nenhuma das duas é indicada: as duas são tóxicas se mordidas.
Critério por critério
9 escalas de esforço e mais 10 dados técnicos de ficha. A marca indica o lado que dá menos trabalho — quando isso faz sentido no critério.
| Critério | Pau-d'água | Espada-de-são-jorge |
|---|---|---|
| Necessidade de luz Quantidade de claridade que a espécie precisa receber por dia para manter folhas firmes e coloridas. |
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| Frequência de rega Com que frequência o substrato precisa receber água em condições normais de interior. |
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| Nível de dificuldade Quanta experiência a espécie cobra para se manter bonita ao longo dos meses. |
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| Umidade do ar ideal Quanto vapor de água a espécie quer no ar em volta das folhas. |
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| Tamanho médio Altura que a planta costuma alcançar cultivada dentro de casa, em vaso. |
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| Velocidade de crescimento Ritmo com que a planta emite folhas novas e ganha volume na primavera e no verão. |
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| Necessidade de manutenção Trabalho de rotina além da rega: poda, limpeza de folhas, adubo, giro do vaso e transplante. |
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| Tolerância ao esquecimento Quanto tempo a planta atravessa sem água antes de dar sinal de sofrimento. |
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| Tolerância à pouca luz Capacidade de seguir saudável em ambientes escuros, longe de janelas. |
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| Intervalo de rega no verão Dias entre uma rega e a próxima na estação quente. |
13 dias
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18 dias
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| Intervalo de rega no inverno Dias entre regas quando o crescimento desacelera. |
20 dias
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30 dias
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| Altura em vaso Faixa de altura mais comum quando cultivada dentro de casa. |
1 m a 2 m
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40 cm a 1,1 m
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| Temperatura recomendada Faixa em que a espécie cresce sem estresse. |
18°C a 28°C
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18°C a 30°C
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| Umidade do ar ideal Percentual de umidade relativa preferido pela folhagem. |
40% a 60%
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30% a 55%
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| Tipo de solo Perfil de substrato que sustenta a planta com segurança. |
Fértil, solto e com drenagem eficiente
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Arenoso, muito drenante e pobre em matéria orgânica
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| Ambiente mais indicado Espaço da casa em que a espécie rende melhor. |
Escritório
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Quarto
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| Segurança para pets Presença de compostos tóxicos em caso de mordida ou ingestão. |
Tóxica se ingerida
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Tóxica se ingerida
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| Propagação Forma mais confiável de multiplicar a espécie em casa. |
Estaca de tora ou separação de brotos já enraizados
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Divisão do rizoma; estaca de folha só nas variedades verdes
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| Floração dentro de casa Se a espécie costuma florescer em ambiente interno. |
Raro em interior
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Raro em interior
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Rega das duas ao longo do ano
O intervalo entre regas muda com a estação. No verão, Pau-d'água pede água a cada 13 dias e Espada-de-são-jorge a cada 18 dias. No inverno os dois intervalos se abrem para 20 e 30 dias.
Se as duas forem para a mesma casa, vale lembrar que elas não devem entrar na mesma rotina de rega: regar as duas no mesmo dia é o caminho mais rápido para encharcar a mais resistente à seca.
Toxicidade e convivência
Pau-d'água: Contém saponinas que causam vômito, salivação e perda de apetite em cães e gatos, e em gatos pode haver ainda pupilas dilatadas. As folhas caídas continuam sendo um risco, então vale recolher o que se soltar no chão.
Espada-de-são-jorge: A folha contém saponinas, que causam ardência na boca, salivação, vômito e diarreia em cães e gatos. O quadro costuma ser passageiro e sem gravidade, mas a folha rígida atrai mordidas de gato justamente por parecer brinquedo, então vale posicionar o vaso longe do trânsito do animal.



