Singônio ou Lírio-da-paz?
Comparação em 19 pontos de cultivo, com destaque para o lado que exige menos trabalho em cada critério.
Singônio
Syngonium podophyllum
Tranquila com rotina
- Luz média
- 7 dias no verão
- Pequena
com vantagem
5 empates
Lírio-da-paz
Spathiphyllum wallisii
Tranquila com rotina
- Meia-sombra
- 5 dias no verão
- Média
Singônio é a opção mais tranquila do par: 59 pontos de facilidade contra 51 de Lírio-da-paz. Em luz, Lírio-da-paz se contenta com meia-sombra, enquanto Singônio pede luz indireta média. No verão, o intervalo de rega é de 7 dias para Singônio e 5 dias para Lírio-da-paz. No espaço ocupado a diferença também aparece: Singônio (25 cm a 50 cm) contra Lírio-da-paz (35 cm a 90 cm).
Depende do que você precisa
Não existe planta melhor em termos absolutos. Para cada situação de uso, uma das duas leva vantagem por motivos diferentes.
Singônio perdoa mais erros: fácil e manutenção baixa.
Singônio atravessa até 11 dias sem rega no inverno.
Lírio-da-paz aceita meia-sombra e tem tolerância grande à sombra.
Lírio-da-paz aproveita a umidade alta: faixa ideal de 55% a 75%.
Singônio cresce em ritmo rápido e chega a 25 cm a 50 cm.
Singônio fica em 25 cm a 50 cm, porte pequena.
Nenhuma das duas é indicada: as duas são tóxicas se mordidas.
Critério por critério
9 escalas de esforço e mais 10 dados técnicos de ficha. A marca indica o lado que dá menos trabalho — quando isso faz sentido no critério.
| Critério | Singônio | Lírio-da-paz |
|---|---|---|
| Necessidade de luz Quantidade de claridade que a espécie precisa receber por dia para manter folhas firmes e coloridas. |
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| Frequência de rega Com que frequência o substrato precisa receber água em condições normais de interior. |
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| Nível de dificuldade Quanta experiência a espécie cobra para se manter bonita ao longo dos meses. |
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| Umidade do ar ideal Quanto vapor de água a espécie quer no ar em volta das folhas. |
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| Tamanho médio Altura que a planta costuma alcançar cultivada dentro de casa, em vaso. |
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| Velocidade de crescimento Ritmo com que a planta emite folhas novas e ganha volume na primavera e no verão. |
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| Necessidade de manutenção Trabalho de rotina além da rega: poda, limpeza de folhas, adubo, giro do vaso e transplante. |
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| Tolerância ao esquecimento Quanto tempo a planta atravessa sem água antes de dar sinal de sofrimento. |
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| Tolerância à pouca luz Capacidade de seguir saudável em ambientes escuros, longe de janelas. |
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| Intervalo de rega no verão Dias entre uma rega e a próxima na estação quente. |
7 dias
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5 dias
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| Intervalo de rega no inverno Dias entre regas quando o crescimento desacelera. |
11 dias
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9 dias
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| Altura em vaso Faixa de altura mais comum quando cultivada dentro de casa. |
25 cm a 50 cm
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35 cm a 90 cm
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| Temperatura recomendada Faixa em que a espécie cresce sem estresse. |
18°C a 28°C
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18°C a 28°C
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| Umidade do ar ideal Percentual de umidade relativa preferido pela folhagem. |
50% a 70%
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55% a 75%
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| Tipo de solo Perfil de substrato que sustenta a planta com segurança. |
Leve, arejado e com boa retenção de umidade
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Rico em matéria orgânica, umidade constante e drenagem funcionando
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| Ambiente mais indicado Espaço da casa em que a espécie rende melhor. |
Banheiro
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Banheiro
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| Segurança para pets Presença de compostos tóxicos em caso de mordida ou ingestão. |
Tóxica se ingerida
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Tóxica se ingerida
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| Propagação Forma mais confiável de multiplicar a espécie em casa. |
Estaca de caule com dois nós, em água ou substrato
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Divisão da touceira na primavera, com rizoma e raízes em cada parte
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| Floração dentro de casa Se a espécie costuma florescer em ambiente interno. |
Raro em interior
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Sim, com condições adequadas
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Rega das duas ao longo do ano
O intervalo entre regas muda com a estação. No verão, Singônio pede água a cada 7 dias e Lírio-da-paz a cada 5 dias. No inverno os dois intervalos se abrem para 11 e 9 dias.
Se as duas forem para a mesma casa, vale lembrar que elas não devem entrar na mesma rotina de rega: regar as duas no mesmo dia é o caminho mais rápido para encharcar a mais resistente à seca.
Toxicidade e convivência
Singônio: Folhas e caules têm oxalato de cálcio. A mordida provoca ardência imediata na boca, salivação e recusa de alimento em cães e gatos, e a seiva também irrita pele sensível durante a poda. Como a espécie pende e fica ao alcance dos animais, prefira vaso suspenso.
Lírio-da-paz: Folhas, pecíolos e espata carregam ráfides de oxalato de cálcio. A mordida provoca ardência imediata, salivação abundante, dificuldade para engolir e vômito em cães e gatos, com inchaço da boca que pode durar algumas horas. A seiva também irrita pele sensível durante a divisão da touceira.



