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Lírio-da-paz

Spathiphyllum wallisii

Uma das poucas que florescem longe da janela. Touceira de folhas brilhantes e espatas brancas que floresce em meia-sombra e avisa a sede murchando por inteiro, com recuperação em poucas horas.

51/100
Tranquila com rotina

Índice de facilidade calculado a partir de dificuldade, manutenção, rega, umidade exigida e tolerância a descuido. Como calculamos.

Calendário de rega
Lírio-da-paz (Spathiphyllum wallisii), folhagem de interior em detalhe

Foto: Killarnee · CC BY-SA 4.0 via Wikimedia Commons

Luz
Meia-sombra
Rega no verão
a cada 5 dias
inverno: a cada 9 dias
Altura em vaso
35 cm a 90 cm
Média (50 cm a 1 m)
Temperatura ideal
18°C a 28°C
mínima tolerada: 13°C
Umidade do ar
55% a 75%
Alta
Solo
Rico em matéria orgânica, umidade constante e drenagem funcionando
Crescimento
Moderado
Ambiente ideal
Banheiro
Manutenção
Média
Origem
Piso sombreado das florestas úmidas da América Central e do noroeste da América do Sul
Escalas de cultivo

O que cada nota significa nesta espécie

As mesmas 9 escalas são aplicadas a todas as espécies do catálogo, o que permite a comparação direta entre duas plantas quaisquer.

Necessidade de luz 2/5
Meia-sombra

Aceita cantos claros, longe da janela, com poucas horas de claridade.

Frequência de rega 4/5
Frequente

Rega a cada 4 a 6 dias; não gosta de secar por completo.

Nível de dificuldade 2/5
Fácil

Poucos cuidados resolvem; erros pontuais não deixam marca.

Umidade do ar ideal 4/5
Alta

Quer 60% ou mais de umidade; ar seco queima as pontas.

Tamanho médio 3/5
Média

Ocupa um canto de móvel ou um vaso de chão baixo.

Velocidade de crescimento 3/5
Moderado

Cresce de forma visível a cada estação quente.

Necessidade de manutenção 3/5
Média

Poda leve, adubo mensal no calor e giro do vaso.

Tolerância ao esquecimento 2/5
Pequena

Aguenta cerca de uma semana antes de reclamar.

Tolerância à pouca luz 4/5
Grande

Segue bonita em salas internas e corredores claros.

Sobre a lírio-da-paz

O lírio-da-paz é uma herbácea de sub-bosque: vive no chão sombreado da mata úmida centro-americana, sob copas que filtram quase toda a radiação antes de ela chegar à folha. Não possui caule aéreo. Cada folha parte diretamente de um rizoma curto, com pecíolo longo e lâmina lanceolada de vinte a quarenta centímetros, o que dá à touceira o formato de leque aberto a partir do centro do vaso. E o que praticamente todo mundo chama de flor não é flor: a parte branca é uma bráctea modificada, chamada espata, enquanto as flores verdadeiras são os pontinhos apertados que revestem a espiga central, o espádice.

Dentro de casa ela tem um comportamento raro entre as folhagens: avisa em voz alta quando a água acaba. Com o substrato seco, os pecíolos perdem pressão interna e a touceira inteira desaba sobre a borda do vaso em poucas horas, com aspecto convincente de planta morta. Uma rega farta reergue tudo entre duas e seis horas. O recurso é conveniente para quem está aprendendo a ler o vaso, mas cobra caro se virar rotina: cada colapso mata pontas de raiz e deixa marcas amarelas permanentes nas folhas mais velhas. Três ou quatro episódios por temporada já reduzem de forma visível a emissão de espatas.

Os dois tropeços mais frequentes aparecem na folha e na flor. Ponta marrom seca com uma linha amarela de transição quase nunca é falta de água: costuma ser flúor e cloro da água de torneira, aos quais a espécie é bem mais sensível do que a média das aráceas, ou sal de adubo acumulado no substrato. Deixar a água descansando em jarra aberta por uma noite e lavar o vaso na pia a cada dois meses resolve. Já a espata que nasce esverdeada e nunca abre branca indica excesso de nitrogênio ou claridade forte demais na formação do botão. Bráctea que esverdeia depois de semanas aberta, ao contrário, é apenas envelhecimento normal.

Vale conhecer os cultivares antes de comprar, porque a etiqueta genérica esconde portes muito diferentes. "Mauna Loa" e "Sensation" passam de um metro de altura e pedem vaso de chão com espaço livre em volta. "Sweet Chico" e "Domino", esta última com folhas salpicadas de branco, ficam na faixa dos quarenta centímetros e cabem em uma bancada. Também é comum encontrar exemplares vendidos com três ou quatro mudas apertadas no mesmo recipiente, para dar aparência de vaso cheio na loja; elas competem entre si e pedem divisão na primeira primavera. A seiva, como em toda arácea, carrega oxalato de cálcio.

Também conhecida como: Espatifilo, Bandeira-branca, Flor-da-paz.

Atenção com animais e crianças

Folhas, pecíolos e espata carregam ráfides de oxalato de cálcio. A mordida provoca ardência imediata, salivação abundante, dificuldade para engolir e vômito em cães e gatos, com inchaço da boca que pode durar algumas horas. A seiva também irrita pele sensível durante a divisão da touceira.

Como cuidar

Rotina de cultivo, ponto por ponto

Iluminação

Meia-sombra é a faixa ideal: de dois a três metros de uma janela clara, ou colada em janela voltada para o sul, atrás de cortina. Duas a quatro horas de claridade difusa por dia bastam para manter a folhagem firme e verde-escura. Sol direto por mais de trinta minutos queima manchas esbranquiçadas irreversíveis, e é justamente o erro de quem tenta forçar floração. Na sombra profunda a planta sobrevive por anos, só que para de emitir espatas. O parâmetro prático para florescer é simples: escolha um ponto onde dê para ler um livro ao meio-dia sem acender a lâmpada.

Rega

Mantenha o substrato levemente úmido sem encharcar: regue quando os dois primeiros centímetros secarem, o que dá cerca de cinco dias entre dezembro e março e nove ou dez entre junho e setembro. Molhe até escorrer pelos furos e esvazie o prato depois de dez minutos. Use água de torneira descansada por uma noite em recipiente aberto, ou água de chuva, porque o cloro e o flúor queimam as pontas dessa espécie em particular. E não espere a touceira murchar para regar: o colapso é sinal de emergência, não lembrete de rotina.

Solo e substrato

Ela quer um substrato que segure umidade e ainda respire. Três partes de substrato para folhagens, uma de fibra de coco e uma de perlita entregam essa combinação e mantêm o vaso úmido por quatro ou cinco dias sem virar lama. O pH confortável fica entre 5,5 e 6,5. Evite terra de jardim pura, que compacta em dois meses de rega frequente e asfixia as raízes finas. Renove o material a cada dois anos, mesmo sem aumentar o tamanho do vaso, porque substrato velho perde estrutura e passa a reter sal de fertilizante.

Umidade do ar

A faixa boa vai de 55% a 75% de umidade relativa. Abaixo de 45%, situação comum em sala com ar-condicionado ligado seis horas por dia, as pontas ficam marrons e quebradiças em duas ou três semanas. Um prato largo com dois centímetros de pedras e água abaixo do nível da base do vaso levanta a umidade local em torno de dez a quinze pontos percentuais. Agrupar três ou quatro vasos produz efeito parecido. Banheiro com chuveiro quente é o ambiente que ela mais aproveita, desde que exista janela ou claraboia.

Temperatura

Trabalha bem entre 18 °C e 28 °C. Abaixo de 15 °C o crescimento cessa e as folhas ganham bordas escurecidas; abaixo de 13 °C surgem manchas encharcadas que não regeneram. Acima de 32 °C com ar seco, a planta transpira mais do que a raiz consegue repor e murcha mesmo com o substrato úmido, quadro que engana muita gente e leva a regar de novo sem necessidade. Corrente de ar frio de janela aberta em julho e o jato direto do ar-condicionado fazem mais estrago do que a média do mês: deixe o vaso a dois metros do aparelho.

Adubação

De outubro a março, adube a cada quinze dias com fertilizante equilibrado diluído a meia dose, ou uma vez por mês na dose cheia do rótulo. Fórmulas com mais fósforo, na linha 10-30-20, favorecem a emissão de espatas. Suspenda por completo de abril a setembro. Excesso de nitrogênio produz folhagem exuberante e nenhuma flor, além de espatas que nascem esverdeadas e pequenas. Crosta branca na borda do vaso denuncia sal acumulado: leve o conjunto à pia e passe água em abundância por dois minutos antes de retomar a rotina.

Poda e limpeza

A manutenção se resume a cortar o que já cumpriu o papel. Espata murcha ou esverdeada sai com a haste inteira, rente à base da touceira, e nunca pela metade: o toco seco vira porta de entrada para fungos. Folhas velhas amareladas saem do mesmo jeito, com tesoura limpa. Ponta marrom pode ser aparada em ângulo, acompanhando o formato natural da lâmina e deixando um milímetro de tecido seco na borda. Limpe as folhas com pano úmido a cada duas semanas, porque o pó reduz a fotossíntese de uma planta que já trabalha com pouca luz.

Vaso e transplante

Prefira vaso apenas dois ou três centímetros mais largo do que o anterior, sempre com furo de drenagem. Ela floresce melhor levemente apertada, com as raízes ocupando quase todo o volume disponível, e um recipiente grande demais mantém substrato encharcado sem raiz por perto, receita conhecida de podridão. Transplante na primavera, a cada dois anos, ou quando as raízes saírem pelos furos e o vaso secar em menos de três dias. Plástico e cerâmica esmaltada funcionam melhor do que barro cru, que evapora água rápido demais para o gosto dela.

Propagação

A via prática é a divisão da touceira, feita na primavera junto com o transplante. Retire a planta do vaso, solte o substrato das raízes com os dedos e separe com faca limpa grupos que tenham pelo menos três folhas e um pedaço de rizoma com raízes próprias. Divisões menores do que isso levam um ano para ganhar corpo e raramente florescem na primeira temporada. Plante cada parte em vaso de doze a quinze centímetros, mantenha em sombra por duas semanas e regue com moderação até aparecer folha nova. Por semente leva de três a cinco anos até a primeira espata.

Receita de substrato que funciona

3 partes de substrato para folhagens, 1 parte de fibra de coco e 1 parte de perlita.

Rega ao longo do ano

Intervalo estimado mês a mês

Estimativa para vaso plástico de porte médio, em ambiente de claridade média. Ajuste o vaso, o local e o ar do ambiente na ferramenta completa.

Ajustar às minhas condições
Jan
5
dias entre regas
Verão
Fev
5
dias entre regas
Verão
Mar
6
dias entre regas
Outono
Abr
7
dias entre regas
Outono
Mai
8
dias entre regas
Outono
Jun
9
dias entre regas
Inverno
Jul
9
dias entre regas
Inverno
Ago
9
dias entre regas
Inverno
Set
8
dias entre regas
Primavera
Out
7
dias entre regas
Primavera
Nov
6
dias entre regas
Primavera
Dez
5
dias entre regas
Verão
Como saber a hora certa

Mantenha o substrato levemente úmido: regue assim que a superfície secar, sem deixar água parada no prato.

Diagnóstico

Sintomas comuns e o que fazer

A leitura correta do sintoma evita o erro clássico de regar mais uma planta que já está encharcada.

Sintoma Causa provável O que fazer
Touceira inteira caída sobre a borda do vaso, com aspecto de planta morta Substrato seco por completo: os pecíolos perderam pressão interna. Leve o vaso à pia e regue devagar até a água escorrer pelos furos. A planta se reergue em duas a seis horas. Se acontece todo mês, encurte o intervalo de rega em dois dias.
Ponta da folha marrom e seca, com uma faixa amarela de transição Flúor e cloro da água de torneira ou acúmulo de sal de fertilizante no substrato. Passe a usar água descansada por uma noite em jarra aberta, lave o substrato na pia a cada dois meses e reduza o adubo à metade da dose.
Planta saudável há mais de um ano, sem nenhuma espata Claridade insuficiente para formar botão, ou adubo com nitrogênio alto demais. Aproxime o vaso da janela até um ponto claro sem sol direto e troque para fórmula com mais fósforo entre outubro e março.
Espatas nascendo verdes e menores do que o normal Excesso de nitrogênio ou luz forte demais durante a formação do botão. Suspenda o fertilizante por seis semanas, recue o vaso meio metro da janela e corte as espatas verdes para a planta redirecionar energia.
Folhas amarelando da base e substrato com cheiro azedo Encharcamento por prato com água parada ou cachepô fechado sem saída. Desenvase, corte as raízes escuras e moles, replante em mistura com perlita e só volte a regar depois de quatro dias.
Manchas claras ressecadas no meio da lâmina, com contorno bem definido Sol direto atravessando o vidro nas horas quentes do dia. Afaste o vaso do vidro ou instale cortina translúcida. A folha marcada não recupera a cor e pode ser cortada rente à base do pecíolo.

Pragas que aparecem com mais frequência

  • Cochonilha-farinhenta: Grumos brancos de aspecto algodonoso alojados no encontro dos pecíolos com o rizoma, quase sempre escondidos no fundo da touceira. Abra as folhas com a mão, encoste cotonete com álcool a 70% em cada foco e depois pulverize calda de sabão neutro em três aplicações espaçadas por cinco dias.
  • Ácaro-rajado: Folhagem sem brilho, com pontilhado claro visto contra a luz e teia fina no encontro das nervuras; surge em ar abaixo de 40% de umidade. Lave a folhagem no chuveiro com atenção ao verso, eleve a umidade do ambiente e aplique óleo de neem diluído em duas sessões com dez dias de intervalo.
  • Pulgão: Colônias verdes ou pretas agarradas na haste da espata em formação, com resíduo pegajoso e deformação do botão. Retire a maior parte com jato de água morna, corte as hastes muito atacadas e aplique sabão potássico a cada sete dias, em duas ou três rodadas.

Dicas de cultivo

  • Na compra, retire o vaso do cachepô e olhe a base: três ou quatro mudas apertadas juntas dão volume imediato, mas se esgotam em uma temporada e pedem divisão na primavera seguinte.
  • Deixe uma jarra de água aberta na cozinha e regue sempre com ela. O cloro evapora em algumas horas e as pontas das folhas param de escurecer.
  • Não tente forçar floração com mais sol. Claridade indireta constante e fósforo entre outubro e março dão resultado; sol direto só produz queimadura.
  • Se a planta murchou e reergueu, confira o prato meia hora depois: água parada ali transforma a correção da seca no problema seguinte.
  • Corte a espata assim que ela esverdear e murchar. Mantê-la por estética consome energia que iria para o próximo botão.
  • Ao dividir a touceira, plante cada parte em vaso pequeno e resista à tentação de aumentar o recipiente. Aperto moderado é o que dispara a floração.
Erro mais comum

Usar o murchamento como lembrete de rega, deixando a touceira desabar toda semana.

Curiosidades

  • Ela não tem parentesco nenhum com os lírios verdadeiros. É uma arácea, prima direta do antúrio, do copo-de-leite e da costela-de-adão, e o nome popular pegou apenas pela semelhança superficial da espata branca com uma flor de lírio.
  • Boa parte dos exemplares vendidos floridos recebeu ácido giberélico no viveiro, um hormônio que induz a formação de botões fora do ritmo natural. Por isso é comum a planta passar o primeiro ano em casa sem repetir a floração, mesmo bem cuidada.
  • O espádice muda de textura ao longo da floração: começa granulado e esbranquiçado, na fase em que as flores estão receptivas, e depois solta um pó amarelo de pólen que costuma sujar móveis claros logo abaixo do vaso.
  • A fama de purificadora de ar vem de ensaios feitos em câmaras seladas de laboratório, com volumes minúsculos e concentrações altíssimas de gases. Em uma sala real, com portas e janelas, a contribuição de um vaso é pequena diante da simples troca de ar.
  • O gênero reúne cerca de quarenta espécies de mata tropical, mas o comércio trabalha quase só com híbridos selecionados para vaso, o que explica a variação enorme de porte entre plantas vendidas com a mesma etiqueta.
Boa escolha para

banheiro com janela · quem quer flor sem sol direto · quarto · sala de claridade fraca. Menos indicada para: casas com gatos que roem folhas e ambientes de ar muito seco sem chance de elevar a umidade.

Comparações diretas

Coloque a lírio-da-paz frente a frente

As espécies abaixo têm exigências parecidas e costumam disputar o mesmo lugar da casa. A afinidade indica o quanto elas se aproximam nas 9 escalas.

Espécies parecidas

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42/100 fácil

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98% de afinidade com a lírio-da-paz. Folhas que sobem ao anoitecer e baixam de manhã.

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Frequente
Média
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59/100 fácil

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93% de afinidade com a lírio-da-paz. Folhagem versátil que serve pendente ou em tutor.

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56/100 fácil

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Luz média
Moderada
Fácil
Ver ficha
29/100 fácil

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Goeppertia orbifolia

92% de afinidade com a lírio-da-paz. Folhas redondas e enormes listradas de prata.

Meia-sombra
Frequente
Exigente
Ver ficha
Perguntas frequentes

Dúvidas sobre a lírio-da-paz

De quanto em quanto tempo regar a lírio-da-paz?

Em média, a cada 5 dias no verão e a cada 9 dias no inverno. Mantenha o substrato levemente úmido: regue assim que a superfície secar, sem deixar água parada no prato.

Lírio-da-paz precisa de sol direto?

Não. A espécie trabalha com meia-sombra e o sol direto pode marcar as folhas de forma permanente.

É tóxica para cães e gatos?

Folhas, pecíolos e espata carregam ráfides de oxalato de cálcio. A mordida provoca ardência imediata, salivação abundante, dificuldade para engolir e vômito em cães e gatos, com inchaço da boca que pode durar algumas horas. A seiva também irrita pele sensível durante a divisão da touceira.

Serve para quem nunca cuidou de plantas?

Ela cobra alguma experiência. O nível de dificuldade é fácil e a manutenção de rotina é média, o que dá um índice de facilidade de 51 em 100 no nosso cálculo.

Qual o melhor lugar da casa para ela?

O ambiente que rende melhor é banheiro. A espécie chega a 35 cm a 90 cm, prefere temperatura entre 18°C a 28°C e umidade do ar de 55% a 75%.

Cresce rápido?

O ritmo é moderado. Emite de seis a dez folhas novas por temporada quente e uma ou duas levas de espatas por ano, quase sempre entre setembro e março. No frio o rizoma fica parado.

Qual substrato usar?

Rico em matéria orgânica, umidade constante e drenagem funcionando. Uma mistura que funciona bem: 3 partes de substrato para folhagens, 1 parte de fibra de coco e 1 parte de perlita.

Aguenta ficar sem rega durante uma viagem?

Só por poucos dias. A tolerância ao esquecimento é pequena: aguenta cerca de uma semana antes de reclamar.