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Duelo de espécies

Areca-bambu ou Alocásia-amazônica?

Comparação em 19 pontos de cultivo, com destaque para o lado que exige menos trabalho em cada critério.

Menos trabalho no dia a dia Areca-bambu (Dypsis lutescens), folhagem de interior em detalhe

Areca-bambu

Dypsis lutescens

37 de 100 em facilidade

Pede atenção

  • Luz média
  • 5 dias no verão
  • Muito grande
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4 — 0 critérios de esforço
com vantagem
5 empates
Inverter lados
Alocásia-amazônica (Alocasia x amazonica), folhagem de interior em detalhe

Alocásia-amazônica

Alocasia x amazonica

20 de 100 em facilidade

Exige dedicação

  • Luz média
  • 5 dias no verão
  • Média
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Areca-bambu é a opção mais tranquila do par: 37 pontos de facilidade contra 20 de Alocásia-amazônica. As duas trabalham na mesma faixa de luz: luz indireta média. No espaço ocupado a diferença também aparece: Areca-bambu (1,5 m a 2,5 m) contra Alocásia-amazônica (40 cm a 90 cm).

Veredito por objetivo

Depende do que você precisa

Não existe planta melhor em termos absolutos. Para cada situação de uso, uma das duas leva vantagem por motivos diferentes.

Para quem está começando agora
Areca-bambu

Areca-bambu perdoa mais erros: intermediária e manutenção média.

Para quem viaja ou esquece de regar
Areca-bambu

Areca-bambu atravessa até 9 dias sem rega no inverno.

Para um canto sem janela por perto
Empate técnico

As duas lidam de forma semelhante com pouca claridade.

Para banheiro com vapor e pouca luz
Alocásia-amazônica

Alocásia-amazônica aproveita a umidade alta: faixa ideal de 60% a 80%.

Para preencher o ambiente rápido
Areca-bambu

Areca-bambu cresce em ritmo moderado e chega a 1,5 m a 2,5 m.

Para apartamento pequeno ou prateleira
Alocásia-amazônica

Alocásia-amazônica fica em 40 cm a 90 cm, porte média.

Para casa com cachorro ou gato
Areca-bambu

Areca-bambu não tem toxicidade relatada para cães e gatos.

Tabela completa

Critério por critério

9 escalas de esforço e mais 10 dados técnicos de ficha. A marca indica o lado que dá menos trabalho — quando isso faz sentido no critério.

Critério Areca-bambu Alocásia-amazônica
Necessidade de luz Quantidade de claridade que a espécie precisa receber por dia para manter folhas firmes e coloridas.
Luz indireta média Precisa de um ponto claro, a 1 ou 2 metros de uma janela, sem raios batendo na folha.
Luz indireta média Precisa de um ponto claro, a 1 ou 2 metros de uma janela, sem raios batendo na folha.
Frequência de rega Com que frequência o substrato precisa receber água em condições normais de interior.
Frequente Rega a cada 4 a 6 dias; não gosta de secar por completo.
Frequente Rega a cada 4 a 6 dias; não gosta de secar por completo.
Nível de dificuldade Quanta experiência a espécie cobra para se manter bonita ao longo dos meses.
Intermediária Pede rotina razoavelmente constante para ficar bonita. exige menos
Exigente Reage rápido a qualquer desequilíbrio de água, ar seco ou luz.
Umidade do ar ideal Quanto vapor de água a espécie quer no ar em volta das folhas.
Alta Quer 60% ou mais de umidade; ar seco queima as pontas. exige menos
Muito alta Só fica impecável em banheiro úmido, estufa ou com umidificador.
Tamanho médio Altura que a planta costuma alcançar cultivada dentro de casa, em vaso.
Muito grande (acima de 2 m) Pede pé-direito alto e espaço livre em volta.
Média (50 cm a 1 m) Ocupa um canto de móvel ou um vaso de chão baixo.
Velocidade de crescimento Ritmo com que a planta emite folhas novas e ganha volume na primavera e no verão.
Moderado Cresce de forma visível a cada estação quente.
Moderado Cresce de forma visível a cada estação quente.
Necessidade de manutenção Trabalho de rotina além da rega: poda, limpeza de folhas, adubo, giro do vaso e transplante.
Média Poda leve, adubo mensal no calor e giro do vaso. exige menos
Alta Poda, limpeza, adubo e vigilância de pragas com regularidade.
Tolerância ao esquecimento Quanto tempo a planta atravessa sem água antes de dar sinal de sofrimento.
Pequena Aguenta cerca de uma semana antes de reclamar. resiste mais
Nenhuma Murcha e perde folha em poucos dias de substrato seco.
Tolerância à pouca luz Capacidade de seguir saudável em ambientes escuros, longe de janelas.
Pequena Sobrevive em canto escuro, mas cresce torta e sem cor.
Pequena Sobrevive em canto escuro, mas cresce torta e sem cor.
Intervalo de rega no verão Dias entre uma rega e a próxima na estação quente.
5 dias
5 dias
Intervalo de rega no inverno Dias entre regas quando o crescimento desacelera.
9 dias
10 dias
Altura em vaso Faixa de altura mais comum quando cultivada dentro de casa.
1,5 m a 2,5 m
40 cm a 90 cm
Temperatura recomendada Faixa em que a espécie cresce sem estresse.
20°C a 28°C
20°C a 28°C
Umidade do ar ideal Percentual de umidade relativa preferido pela folhagem.
55% a 75%
60% a 80%
Tipo de solo Perfil de substrato que sustenta a planta com segurança.
Fértil, com boa retenção de umidade e drenagem rápida
Muito arejado e drenante, no estilo dos substratos usados para aroides
Ambiente mais indicado Espaço da casa em que a espécie rende melhor.
Varanda sombreada
Varanda sombreada
Segurança para pets Presença de compostos tóxicos em caso de mordida ou ingestão.
Sem toxicidade relatada mais segura
Tóxica se ingerida
Propagação Forma mais confiável de multiplicar a espécie em casa.
Divisão da touceira ou semente fresca
Separação de rizomas laterais na primavera
Floração dentro de casa Se a espécie costuma florescer em ambiente interno.
Raro em interior
Raro em interior

Rega das duas ao longo do ano

O intervalo entre regas muda com a estação. No verão, Areca-bambu pede água a cada 5 dias e Alocásia-amazônica a cada 5 dias. No inverno os dois intervalos se abrem para 9 e 10 dias.

Se as duas forem para a mesma casa, vale lembrar que elas não devem entrar na mesma rotina de rega: regar as duas no mesmo dia é o caminho mais rápido para encharcar a mais resistente à seca.

Calendário de rega da areca-bambu

Toxicidade e convivência

Areca-bambu: Não há registro de toxicidade para cães e gatos, e a espécie aparece nas listas de plantas seguras usadas por entidades veterinárias. Folha mastigada em grande quantidade ainda pode causar vômito por irritação mecânica, sem gravidade.

Alocásia-amazônica: A seiva é rica em oxalato de cálcio e provoca ardência intensa na boca, salivação, inchaço da língua e vômito em cães e gatos. O contato irrita a pele de quem tem sensibilidade, e vale usar luvas ao dividir rizomas ou cortar pecíolos.